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Saiba por que a automedicação é prejudicial à saúde

No Brasil, foram registrados cerca de 60 mil casos de internação por automedicação nos últimos cinco anos. Você sabia que esta prática causa danos a sua saúde? A automedicação pode reduzir a eficácia dos medicamentos e até mesmo provocar efeitos colaterais indesejados, podendo levar à morte. Isto acontece porque a exposição irregular a remédios pode aumentar a resistência dos microrganismos e causar dependência destas substâncias.

Apesar disso, algumas pessoas mantêm uma espécie de farmácia particular com o intuito de combater pequenos incômodos. Coriza, dores de cabeça, gripes, febres e resfriados costumam ser os alvos desta coleção de remédios. Diante de qualquer indisposição, um medicamento estará logo à mão. Mas é importante evitar a automedicação e respeitar os sinais dados pelo organismo quando algo não vai bem.

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Por que devo estar atento aos sintomas?

Sintomas frequentes ou recorrentes costumam indicar situações mais sérias, que requerem atenção médica. Além disso, é preciso saber exatamente a qual enfermidade o sintoma se relaciona. Assim, será possível indicar o medicamento mais adequado a cada situação ou investigar o organismo mais a fundo a fim de descobrir doenças.

Também é importante consultar um profissional especializado para saber quais efeitos esperar de determinados remédios. O mesmo pode ser dito sobre interações medicamentosas, ou seja, como um remédio influencia outro. 

 

Quais efeitos os remédios mais comuns à automedicação podem causar?

O paracetamol é indicado para diminuição da dor e regulação da temperatura do corpo, baixando a febre. Em doses indesejadas, este medicamento pode provocar lesões irreversíveis e falência do fígado. 

A dipirona também atua reduzindo dores e febre. Quando o consumo é inadequado, pode ocorrer diminuição da quantidade de células do sangue, como glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas. Também pode ocorrer choque anafilático, uma reação alérgica grave. Em geral, remédios contra dor de cabeça podem reduzir a liberação de endorfinas, que possuem função analgésica. Sendo assim, pode ser necessária uma dose maior para atingir o efeito desejado e disfarçar outros distúrbios.

O ácido acetilsalicílico é uma aliada no combate à dor e febre, mas também pode inibir processos inflamatórios, como os de artrites. Em excesso, pode aumentar a acidez sanguínea e reduzir a glicose, provocando choque cardiovascular e insuficiência respiratória. Em casos mais graves estes distúrbios podem provocar a morte do paciente. Diabéticos podem sofrer hipoglicemia devido à diminuição dos níveis de açúcar.

Até mesmo substâncias que parecem inocentes, como os sais de fruta, podem provocar efeitos indesejados. Indicados para reduzir a acidez do estômago, podem elevar a pressão e causar problemas do coração quando ingeridos de modo irregular. Além de provocar alcalose, também pode reduzir a absorção de nutrientes e de outros medicamentos, diminuindo seu efeito. 

Anti-inflamatórios  podem prejudicar as mucosas do trato digestivo e provocar vômitos, náuseas, diarreia e cólicas abdominais. Alguns pacientes relatam sangramentos gastrointestinais e úlceras.

 Antibióticos combatem grande parte das bactérias invasoras, mas seu consumo irregular pode causar o efeito contrário. Nesses casos, há proliferação de bactérias resistentes aos efeitos de antibióticos.

 

Antes de pensar em automedicação, consulte um médico. Tire suas dúvidas e receba o aconselhamento correto diante dos sintomas apresentados pelo seu organismo. Assim, você poderá receber o tratamento adequado, evitando maiores complicações.

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